O modelo de consórcio para administração das redes metropolitanas é a alternativa sugerida para as instituições interessadas em participar da implantação dessas redes. Dentre os principais motivos para esta escolha, estão:

  • O modelo de consórcio vem sendo adotado com sucesso em iniciativas semelhantes em todo o mundo;
  • O modelo já se mostrou viável pela experiência anterior semelhante — no Projeto de Redes Metropolitanas de Alta Velocidade (Remavs) lançado em 1997 pela RNP;
  • As instituições que estarão integradas à rede compartilham o mesmo objetivo voltado para a pesquisa e a educação superior;
  • As instituições seguem, em geral, um mesmo modelo jurídico e administrativo.

O modelo de consórcio oferece às instituições
participantes uma alternativa atraente para
a gestão da rede metropolitana

Premissas

  • Cada consórcio deverá ser constituído por instituições de pesquisa e educação superior (IPEs) localizadas nas áreas metropolitanas de cada cidade que possua um ponto de presença (PoP) da RNP;
  • Poderá ter um número variável de instituições participantes;
  • IPEs públicas e privadas poderão integrar os consórcios;
  • A participação das IPEs privadas deverá ser custeada com recursos próprios de investimento e custeio.

Contrapartida

Os custos de manutenção desta infra-estrutura para as instituições em uma mesma região metropolitana podem ser reduzidos significativamente, se for possível dividi-los entre todas as instituições interessadas no projeto. O modelo de rateio de investimentos através de um consórcio formado entre as instituições interessadas parece ser o mais indicado neste caso.

Todas as instituições participantes deverão oferecer como contrapartida necessária à sua participação nos projetos os recursos técnicos - na forma de pessoal especializado para a implantação e operação das redes, bem como equipamentos para interconexão com as redes locais existentes - e administrativos para a gestão dos consórcios.

Eventualmente, as instituições participantes poderão oferecer contribuições adicionais aos consórcios, como equipamentos ou infra-estrutura. Outras organizações que não sejam qualificadas como IPEs poderão integrar as redes metropolitanas comunitárias por meio de parcerias com o consórcio de IPEs, mediante aporte de recursos necessários ao projeto.



Mais informações sobre o Projeto Remavs: http://www.rnp.br/remav